Um Corretor De Imóveis É Fundamental Na Orientação De Averbação

Cabe ao corretor de imóveis instruir as partes para evitar complicações futuras.
A averbação de um imóvel garante aos envolvidos, em uma negociação de compra e venda, a segurança jurídica para que o acordo seja concluído. Nesse processo, o corretor de imóveis é peça fundamental. Cabe ao profissional instruir as partes para evitar complicações futuras, como, por exemplo, a falta de registros na matrícula do bem e até mesmo a nulidade de um contrato.

Segundo o advogado Hugo Ricardo Pina dos Santos, os corretores devem manter a prática de pedir documentos preliminares para analisar a situação do imóvel e do proprietário, com as certidões cíveis estadual e federal, criminal, certidões de protestos, tributárias e do trabalho, certidão vintenária do imóvel, entre outras.

“O profissional da área, até por orientação do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), tem um significativo material de informações e indicações de como conduzir a intermediação para proporcionar segurança jurídica na compra e venda de imóveis”, diz Hugo Ricardo.

O advogado Clayton Brito Correia dos Santos destaca que o corretor de imóveis deve conhecer a sequência de cada ato registral, por se tratar do histórico do imóvel e de seus donos.

“É preciso saber, por exemplo, se o proprietário é casado e em qual regime de bens, se é falecido, se há inventário em andamento. Além das informações do imóvel: se está cadastrado no município, se há penhora, hipoteca ou garantia fiduciária, sob pena do comprador, dependendo do caso, perder judicialmente o imóvel”, alerta.

Incluir Ou Excluir Cônjuge
A inclusão ou não do cônjuge na matrícula do imóvel é, talvez, a questão que mais causa dúvida nos clientes. Mas, via de regra, se houver alteração no estado civil do proprietário ela deve ser averbada.

“A clara informação acerca da realidade jurídica de um bem imóvel e de seus titulares é imprescindível para a segurança dos negócios jurídicos envolvidos, uma vez que é possível qualquer pessoa consultar a situação de determinado imóvel”, explica a advogada Verônica Neves Miranda.

O advogado Hugo Ricardo destaca algumas situações envolvendo os cônjuges na negociação. “Caso a propriedade tenha sido comprada durante um casamento de comunhão parcial de bens, obrigatoriamente o parceiro deverá fazer parte da negociação, sob pena da compra e venda ser declarada nula”.

No entanto, se adotado o regime de separação consensual de bens, poderá ser feita negociação diretamente com o proprietário do imóvel sem a intervenção do outro.

“A participação do cônjuge, dependendo do regime de bens, é essencial e, sinceramente, não cria maiores dificuldades na venda do imóvel, haja vista a convivência em comum que possibilita previamente uma análise refletida sobre a negociação”, finaliza Hugo Ricardo.

Fonte: ZAP PRO

Reforma Eleva Valor Do Imóvel Em Até 20%

Reforma Eleva Valor Do Imóvel Em Até 20%

Investir em pequenas reformas pode ser uma boa solução para quem está tentando alugar ou vender um imóvel. Com pequenas modificações, é possível causar uma primeira impressão mais positiva em moradores em potencial, diminuir o tempo de vacância e até mesmo negociar preços maiores.

Detalhes como pintura das paredes, revestimentos em bom estado e instalações hidráulicas e elétricas em dia podem valorizar até 20% um imóvel, segundo o gerente geral de locação e compra e venda da administradora imobiliária Apsa, Giovani Oliveira.

“É possível gastar cerca de um aluguel e meio com coisas básicas. O imóvel é colocado no mercado com uma visibilidade e aceitamento maiores, e o valor gasto é recuperado no primeiro contrato de aluguel”, conta Oliveira.

A sensação de limpeza e de local “pronto para morar” é importante para os possíveis futuros moradores. Para o corretor de imóveis José Alberto de Vasconcellos, 2º vice presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-BA), o estado do imóvel é o segundo fator mais considerado pelos clientes, atrás apenas da localização.

“O cliente pode até não comentar, mas sempre observa se o local está bem conservado, pintado, e se é de bom gosto”, comenta. O futuro morador busca a sensação de que não será preciso gastar muito tempo e dinheiro com reformas, no caso de quem vai comprar um imóvel.

“Muitas pessoas desistem de apartamentos antigos com ótimas possibilidades por medo de reformas”, diz o arquiteto Vitor Dauster, do escritório Dauster Arquitetura. Já o possível inquilino não quer conviver com defeitos que não poderá mudar.

Segundo Dauster, futuros moradores estão dispostos a pagar mais caro pela tranquilidade de não precisar se preocupar com reparos e com a manutenção do apartamento. As instalações elétricas, por exemplo, precisam de atenção, sobretudo em imóveis antigos: “apartamentos antigos foram pensados para outra utilização de eletrodomésticos. Hoje temos mais TVs, além de computadores e máquinas de café, e precisamos de uma estrutura maior”, conta.

Ele recomenda que a fiação de imóveis antigos seja totalmente substituída, o que pode custar caro, cerca de R$ 30 mil para um imóvel grande. A economia de tempo e transtorno para futuros compradores poderia resultar em um preço mais alto nas negociações.

Outra solução que agrada tanto compradores quanto inquilinos é um procedimento simples: substituir as lâmpadas por modelos de LED. Mais modernas, as lâmpadas de LED são mais caras que outros modelos, mas compensam em durabilidade e economia, consumindo até cinco vezes menos que as incandescentes.

Outra preocupação importante é a parte hidráulica. Vazamentos, por menores que sejam, podem passar uma impressão de que o imóvel não está em boas condições. Para locais alugados, Oliveira, da Apsa, recomenda que as instalações sejam revisadas uma vez ao ano: “Pode ser feita uma revisão preventiva da parte hidráulica, e a cada três ou quatro anos uma inspeção mais aprofundada, analisando também a parte elétrica, pisos e paredes”, sugere.

Fonte: A Tarde

Preço Dos Imóveis Para Venda Sobem Pelo Segundo Mês Consecutivo

Preço Dos Imóveis Para Venda Sobem Pelo Segundo Mês Consecutivo

Em novembro de 2017, o Index São Paulo, levantamento produzido pelo Imovelweb, um dos maiores portais do mercado imobiliário do Brasil, analisou os preços do metro quadrado para venda e locação, além da rentabilidade, de imóveis usados, de 65m², dois dormitórios e uma vaga de garagem localizados na capital paulista. O estudo aponta que o mercado de imóveis na cidade registrou avanço dos preços, tanto para venda quanto para locação.
Divulgado mensalmente, o estudo identificou que os valores para venda dos imóveis em São Paulo, por dois meses consecutivos, se mantêm em alta. O preço médio ficou em torno de R$ 6.036,00, o metro quadrado, semelhante ao apurado no mesmo período do ano passado. Em termos reais, contemplando a inflação, a queda foi de 2,8% nos últimos doze meses. As regiões Centro (R$ 7.941,00) e Centro-Sul (R$ 8.171,00) apresentaram a maior variação anual, 2,8% e 0,9%, respectivamente.
Embora 50% dos bairros da cidade tenham apresentado preços estáveis, ou seja, sem alterações nos últimos 12 meses, Cerqueira César, Jardim América e Vila Mariana, puxaram a média dos preços para cima, com valorizações de 5%, 4% e 3%, respectivamente.

Com base nos anúncios disponíveis na plataforma, o levantamento mostrou também que, após três meses consecutivos de queda, houve um leve incremento nos preços para locação (0,2%). O valor mensal do aluguel está girando em torno de R$ 1.679,00. Nos últimos doze meses, o indicador teve um aumento de 1,8%, percentual abaixo da inflação medida no mesmo período (2,8%), mas acima do IGP-M. A região Sul se destacou como a mais valorizada da cidade neste quesito (5,6%), enquanto a Noroeste apresentou a menor valorização (3,2%).
Os bairros com o maior preço de aluguel estão localizados no centro-oeste-sul da cidade. Parque Continental, Vila Parque Jabaquara e Saúde, foram os mais valorizados no período, com aumento dos preços para locação valorizados em 10%, 9% e 8%, respectivamente.

Para aqueles que desejam investir no mercado imobiliário da maior metrópole da América Latina, a operação de compra de um apartamento registrou um retorno bruto de 5,3% ao ano, em 5 meses consecutivos. Para recuperar o investimento de compra, hoje são necessários 18,8 anos de aluguel. A rentabilidade imobiliária dos últimos doze meses foi de 5,1%, com tendência de queda desde o início do ano. As regiões Sul (6,4%), Centro (5,6%) e Centro-Sul (5,5%) de São Paulo apresentaram as melhores rentabilidades anuais. Enquanto as regiões Noroeste (4,6%) e Nordeste (4,5%), as mais baixas da cidade.

“O aumento nos preços para venda e locação é o indício de uma retomada do mercado imobiliário na região. Para 2018, a nossa expectativa é que esse avanço continue, com boas oportunidades de investimento na cidade”, destaca Mateo Cuadras, CEO do Imovelweb.

Fonte: Investimentos e Notícias

Queda Dos Juros E Aumento Da Confiança Elevam Venda De Imóveis

O corte dos juros e os primeiros sinais de reação da economia já se refletem no mercado imobiliário. No país, as vendas somaram 45.267 unidades de janeiro até agosto, um aumento de 25,5% frente aos mesmos meses de 2016, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Na capital paulista, no acumulado de janeiro a agosto, foram vendidos 10.991 imóveis, uma alta de 20,8% em comparação ao mesmo período de 2016 (9.100 unidades), segundo o Secovi-SP, entidade do setor. “O mercado vem ensaiando uma recuperação, embora gradual e lenta”, diz o economista-chefe, do Secovi-SP, Celso Petrucci.

Para especialistas, a política de queda dos juros tem tido papel importante na retomada das vendas. No fim de outubro, o Banco Central fez um novo corte na taxa Selic, para 7,5%. Os economistas de mercado preveem que a taxa ainda será reduzida novamente em dezembro, a 7%.

Segundo estimativa do Bradesco, a cada corte de 1 ponto porcentual nos juros básicos, a renda mínima exigida para financiar o imóvel cai de 6% a 8%. Isso faz com que cerca de 1 milhão a mais de famílias passem a se tornar elegíveis a um financiamento imobiliário de 200.000 reais.

As economistas Daniela Cunha de Lima e Priscila Pacheco Trigo, da instituição financeira, lembram que a concessão de crédito para financiamento imobiliário cresceu em setembro. Elas avaliam que as diferenças regionais afetam o ritmo de tomada do crédito. Enquanto São Paulo deve liderar o ajuste de redução no estoque, no Rio de Janeiro ainda há dificuldade de vender.

Reconstrução

Apesar do desemprego alto, nos estandes as incorporadoras sentem uma melhora, ainda que tímida, na confiança do consumidor. O gerente logístico Michael Moreira, de 40 anos, pensava em comprar um apartamento desde o fim de 2016. Achou o lugar certo, mas fez as contas e se assustou com a simulação. “As parcelas eram altas demais e iria comprometer minhas economias.”

Agora, ele conseguiu fechar a compra de um imóvel de um dormitório, na planta, na Grande São Paulo, e as parcelas, depois que o prédio for entregue e o financiamento for acertado com o banco, vão caber no bolso. “Se os juros não tivessem caído, não teria como comprar.”

Para o professor Pedro de Seixas, da Fundação Getulio Vargas, a perspectiva do futuro dos juros influencia na decisão.”Basta se colocar no lugar do comprador que se interessa por um imóvel na planta. Primeiro, ele paga as parcelas à construtora, só vai contratar o financiamento com o banco quando o prédio ficar pronto. Mas se vislumbra um movimento de queda dos juros, quer fechar negócio”, diz.

O emprego na construção civil também reage, mas em ritmo mais lento. No acumulado do ano, foram perdidas 28.107 vagas na construção. Em setembro, no entanto, foram criados 380 postos de trabalho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Um dos contratados foi Valderez Ferreira, de 40 anos. “Sou pedreiro há 12 anos. Durante a crise, cheguei a voltar para Pernambuco quando o mercado de construção afundou. A saudade da família que ficou apertou e voltei para São Paulo para fazer bicos. Só agora fui registrado. Aos poucos, as coisas estão melhorando”, relata.

Prazo Para Usar FGTS Em Parcela Atrasada Da Casa Própria É Prorrogado

O Ministério do Trabalho anunciou a prorrogação do prazo para uso do FGTS para pagar parcelas em atraso de financiamento habitacional. Previsto para acabar em dezembro deste ano, a data limite foi postergada para 31 de dezembro de 2018.

A decisão foi tomada em reunião do conselho curador do FGTS, realizada nesta terça (12). Segundo a pasta, o objetivo do adiamento é permitir que pessoas que atrasaram o pagamento de parcelas da casa própria consigam usar o fundo para regularizar a situação.

O trabalhador, no entanto, não pode usar o dinheiro do fundo para pagar a parcela em atraso integralmente. Pela regra, é possível usar o FGTS para quitar até 80% do valor da parcela devida.

Assim, se a parcela em atraso é de R$ 1.000, é permitido usar até R$ 800 do fundo para a quitação. O restante fica por conta do trabalhador.

No máximo 12 prestações atrasadas do financiamento imobiliário podem ser pagas usando o recurso.

A medida é válida para pessoas que tenham no mínimo três anos de trabalho sob regime do FGTS e que tenham financiado o imóvel por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Além disso, o trabalhador não pode ser proprietário de outros imóveis.

Zamm Negócios Imobiliários _ Fiança

FIANÇA – Falta de anuência não desobriga fiador na prorrogação do contrato de aluguel

“Fiadores de contrato de locação devem ser solidariamente responsáveis pelos débitos locativos, ainda que não tenham anuído com o aditivo contratual que previa a prorrogação do contrato.”

O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de recurso especial interposto por um fiador que buscava o reconhecimento da extinção da fiança por não ter assinado aditivo contratual que aumentou o valor do aluguel e prorrogou o prazo de locação.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), apesar de reconhecer que o fiador não assinou o aditivo, entendeu que a garantia prestada persistiria até o encerramento da locação, com a ressalva apenas de não haver responsabilidade quanto ao novo valor convencionado entre locador e locatário.

No STJ, a relatora, ministra Nancy Andrighi, votou no mesmo sentido. Ela citou o artigo 39 da Lei 8.245/91, que estabelece que, “salvo disposição contratual em contrário, qualquer das garantias da locação se estende até a efetiva devolução do imóvel”.

Limites da responsabilidade
A ministra relatora destacou que a lei permite ao fiador exonerar-se da obrigação mediante a notificação resilitória, reconhecendo que a atitude de não mais responder pelos débitos locatícios deve partir do próprio fiador, nos termos do artigo 835 do Código Civil de 2002.

“Na hipótese sob julgamento, em não havendo cláusula contratual em sentido contrário ao disposto no artigo 39 da Lei de Inquilinato – isto é, que alije os fiadores da responsabilidade até a entrega das chaves – e, tampouco, a exoneração da fiança por parte dos garantes, deve prevalecer o disposto na lei especial quanto à subsistência da garantia prestada”, concluiu a relatora.

Em relação ao aditivo contratual, Nancy Andrighi também manteve o entendimento do TJSP de que a responsabilidade dos fiadores permanece limitada ao valor de aluguel previsto no contrato original e de acordo com índice de correção por ele previsto.
Fonte: www.stj.jus.br

Entenda a permuta como parte do pagamento

A troca de um imóvel por outro e o repasse da diferença em dinheiro, apesar de ainda não representar uma significativa parcela dos contratos, tem se firmado como uma interessante opção para quem quer elevar o número de interessados e as possibilidades de venda a curto prazo.
Entenda a seguir alguns detalhes necessários para adentrar o universo da permuta de imóveis:
Como funciona a permuta?
Ao contrário do que muitos pensam, grande parte das permutas não ocorrem na troca por imóveis de mesmo valor, mas sim, quando se coloca um imóvel de liquidez como parte do pagamento.
As negociações mais comuns e consequentemente as que possuem maior chance de fechamento, são aquelas que possibilitam ao vendedor receber, além do imóvel, uma quantia em dinheiro equivalente a 50% ou 60% do valor do imóvel negociado. É possível, porém, haver negociações com percentuais mais altos, mas fique atento pois quanto maior a diferença, mais difícil será o fechamento da negociação.
Como saber se o proprietário está aberto à negociação?
É comum que o proprietário na hora de disponibilizar o imóvel à venda não deixe claro a intenção de permuta – o que não quer dizer que o mesmo não a estude caso receba uma proposta formal.
As negociações mais comuns ocorrem em transações em que o imóvel adquirido na troca garante liquidez ao proprietário, ou seja, que permite fácil comercialização. Por isso, caso queira iniciar uma negociação, é preciso antes de tudo, ponderar sua proposta. Um apartamento no bairro X pode ser um excelente investimento, porém pode também não estar de acordo com a intenção do proprietário naquele momento.

Além disso, se você está interessado em colocar o seu bem como forma de pagamento, a primeira atitude é conhecer o imóvel de seu interesse, ou seja: visitá-lo.
Com as diversas possibilidades que a internet oferece, é comum no cotidiano das imobiliárias receber pessoas interessadas em determinada casa, lote ou apartamento, mas, que só aceitam visitá-lo se o proprietário estiver aberto a permuta – o que pode se tornar a perca de uma grande oportunidade.
Vamos pensar um pouco adiante?
Sua proposta foi aceita pelo proprietário, mas depois de toda a negociação, você conhece o apartamento e não gosta do que vê. Acontece, certo!? Quantas vezes depois de dias escolhendo o melhor hotel para as tão sonhadas e merecidas férias, você é surpreendido pelo maravilhoso mundo do Photoshop, onde tudo é de um jeito nas fotos, mas um pouco diferente na realidade?
O ideal é sempre visitar o imóvel antes de qualquer ação, assim, além de eliminar o risco de não gostar, caso o proprietário não esteja aberto à permuta e sinta que você está realmente interessado, ele ficará mais à vontade para estudar a possibilidade.

Vale dizer ainda que, mais do que apenas visitar, é interessante que você trabalhe em duas frentes, tentativa de permuta ou venda do seu imóvel. Primeiro, coloque o seu imóvel para a venda e em paralelo, visite aqueles que mais se encaixam no seu perfil, assim, você aumenta suas chances e o que se concretizar primeiro, lhe permitirá melhor negociação.
Para te ajudar nessa missão, é importante contar com um intermediador na venda, como uma imobiliária de renome e credibilidade no mercado. Esse é o caso da Casa Mineira, imobiliária que está há 34 anos ajudando várias famílias a encontrarem seu lar na cidade de Belo Horizonte.
Há alguma restrição?
Sim. Para que um imóvel faça parte de uma negociação que envolva permuta, é preciso que o mesmo esteja devidamente quitado, afinal, será necessária a transferência para o novo morador.
Outra dúvida bastante comum entre os adeptos da permuta de imóveis é com relação aos honorários da imobiliária. Neste ponto, vale ressaltar que, tendo a mesma imobiliária realizado à mediação entre os interessados, os honorários que envolvem a venda são devidos, e cada proprietário faz o pagamento da parte que lhe cabe, conforme definido previamente na autorização de venda e protegido pela legislação brasileira.
Vale ressaltar que a permuta de imóveis não é um tipo de transação simples, do ponto de vista de negociação. É comum vermos transações sem o auxílio de profissionais, terminarem de forma desastrosa, onde uma das partes se considera lesada após a troca. Nesse caso, o papel do corretor é fundamental para não só intermediar os interesses, como também, assumir a responsabilidade de realizar um negócio seguro para ambos, valorizando a transparência e o respeito entre elas.
Por fim, o ponto chave de uma negociação que envolve permuta é que as duas partes precisam estar cientes de que os imóveis em questão são bens distintos, com características próprias e que podem não ser exatamente as que desejam. Diante disso será preciso estar disposto ao diálogo para chegar a um consenso que agrade ambas as partes.

DICAS BÁSICAS PARA INVESTIR EM IMÓVEIS

DICAS BÁSICAS PARA INVESTIR EM IMÓVEIS

O mercado imobiliário é uma ótima alternativa para investimentos financeiros. Mas é preciso conhecer bem as características desse mercado para rentabilizá-los. Leia aqui algumas dicas básicas.

 

O mercado imobiliário sempre é considerado uma ótima alternativa para investimentos financeiros. Mas é preciso conhecer bem as características desse mercado para rentabilizar seus investimentos. Quer saber algumas dicas básicas para explorar este mercado? Veja a seguir:

Busque conhecimento
Como em todos os negócios, quanto maior for o seu conhecimento do setor, maiores as chances de você conseguir fazer ótimos negócios. E dentro deste mercado há uma grande variedade de nichos que você pode se especializar: imóveis em um determinado condomínio, imóveis em lançamentos, terrenos, lançamentos de imóveis comerciais, hotéis e flats, galpões industriais, casas de temporada etc. Cada qual tem as suas características e, portanto, exigem conhecimentos específicos que podem ser aprofundados.

Saiba fazer as contas certas
Vale a pena também, em qualquer segmento, conhecer a fundo todos os custos envolvidos nos negócios de imóveis: taxas para financiamento, impostos envolvidos, tributos, comissões, custo do condomínio etc. Só com esse domínio você poderá fazer os cálculos corretos para o retorno do seu investimento.

Terrenos
Terrenos podem ser opções bastante rentáveis, especialmente no entorno de regiões de alta procura imobiliária. Se eles estiverem dentro de um loteamento que será um futuro condomínio, verifique a partir de quando as taxas do condomínio passarão a ser cobradas, pois este é um custo fixo que pode dificultar a rentabilidade do seu investimento. Se o terreno estiver fora de um condomínio, preste atenção aos custos de sua manutenção, limpeza e tributos municipais.

Lançamentos
Imóveis na planta podem ser ótimas opções, pois eles costumam apresentar boa valorização no momento em que as chaves são entregues. Procure identificar lançamentos nos bairros de maior demanda por imóveis. E além de ser vendidos a custos mais reduzidos do que no momento de sua entrega, muitas incorporadoras costumam oferecer condições de financiamento mais vantajosas que os bancos.

Apenas preste atenção à reputação da empresa, para que ela ofereça segurança ao receber os seus recursos. Se uma incorporadora ou construtora falir, há risco de você perder seus investimentos ou ter grande dificuldade de recuperá-los.

Imóveis prontos
Os imóveis prontos, sejam eles usados ou não, podem ser ótimas opções de investimento caso você encontre uma boa oferta em um local de alta procura. Em momentos em que a crise econômica se mostra mais intensa, é possível garimpar boas oportunidades. Nas crises, os valores permanecem mais estabilizados e os vendedores costumam ser mais flexíveis em um negócio, especialmente caso você possa ter recursos para um pagamento à vista. Aí podem ser adquiridos imóveis a um excelente valor.

Bancos Reduzem Juros Do Crédito Imobiliário E Acirram Concorrência Com A Caixa

Com os sucessivos cortes na taxa básica de juros (Selic), o juro para o crédito imobiliário nas linhas mais procuradas está em queda no país. Em muitos bancos, as taxas anuais já recuaram para o patamar de um dígito. Segundo dados do Banco Central, a taxa média para financiamento da casa própria para pessoas físicas caiu 2 pontos percentuais em 1 ano, passando de 11,2% em junho de 2016 para 9,2% em junho deste ano. E, segundo analistas ouvidos pelo G1, a tendência continua de queda.

 

Depois do último corte promovido pelo Banco Central no juro básico da economia, atualmente em 9,25% ao ano, Bradesco, Banco do Brasil e Itaú anunciaram reduções nas suas linhas para financiamento da casa própria. O Santander anunciou no começo de julho a diminuição das suas taxas.

Com o movimento, as taxas cobradas pela Caixa Econômica Federal – líder no segmento, com participação de mercado de quase 70% – deixaram de ser as mais baixas do mercado nas linhas com recursos da poupança.

Procurada pelo G1, a Caixa não comentou se estuda uma redução dos juros do crédito imobiliário. Em entrevista à Reuters no começo do mês, o vice-presidente de habitação da Caixa, Nelson Antonio de Souza, descartou repassar neste momento o corte da Selic para as taxas de juros em novos contratos de financiamento imobiliário.

Na quarta-feira (16), a Caixa Econômica Federal anunciou somente a redução do percentual que poderá ser financiado nas linhas para a compra de imóveis novos, de 90% para 80% do valor do imóvel, o que representa, na prática, uma maior restrição para empréstimos, sobretudo para aqueles consumidores com pouca capacidade de poupança.

Veja abaixo as taxas mínimas anunciadas pelos principais bancos para clientes nos empréstimos pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com recursos da poupança, e na linha pró-cotista do FGTS:

Comparativo De Juros Para Financiamento Imobiliário

As taxas de juros variam conforme os diferentes tipos de financiamentos imobiliários. Aqueles realizados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e pela linha pró-cotista costumam ter as taxas mais baixas, já que são regulados pelo governo e utilizam recursos da caderneta de poupança e do FGTS. O nível e tempo de relacionamento com o banco, valor do imóvel, bem como o perfil e renda do consumidor também costumam influenciar diretamente os juros cobrados.

No Banco Do Brasil, Linha Pró-Cotista Ainda Não Esgotou

Subsidiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista é hoje a que cobra os menores juros para quem não se enquadra nas regras do programa Minha Casa Minha Vida. Mas desde julho a linha está esgotada na Caixa e a previsão é que seja retomada apenas em 2018,

Além da Caixa, o Banco do Brasil é o único que oferece a pró-cotista. E lá a linha continua disponível, com taxa de 9% ao ano + TR, inclusive para não clientes. “Pra que não tem relacionamento com o banco, a linha também está disponível, mas a pessoa vai ter que passar pelo processo de abertura de conta e aprovação de análise de crédito”, afirma o diretor da área de crédito imobiliário do BB, Edson Cardozo, sem revelar o montante ainda disponível.

Para o exercício de 2017, o governo disponibilizou R$ 7,54 bilhões para a linha pró-cotista, sendo R$ 6,1 bilhões o orçamento previsto para a Caixa. Procurado pelo G1, o Ministério das Cidades informou que a proposta orçamentária para 2018 somente será apreciada em outubro pelo Conselho Curador do FGTS.

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Aumento Da Disputa No Financiamento Imobiliário

O Banco do Brasil começou a atuar no segmento de crédito imobiliário em 2009 e ocupa atualmente o posto de segundo banco que mais financia imóveis no país, com participação de cerca de 9%. A carteira de crédito imobiliário do BB cresceu R$ 3 bilhões ou 8% em 1 ano, totalizando em junho R$ 43 bilhões (soma das liberações menos as liquidações).

Embora afirme que a estratégia do BB para o segmento não está baseada em participação de mercado, o banco tem procurado aumentar o tamanho da sua carteira de crédito imobiliário e, segundo Cardozo, a continuidade da trajetória de queda da Selic tende a aumentar a disputa entre os bancos.

“Com a queda da taxa Selic, com certeza vai aumentar o apetite do mercado para o financiamento imobiliário, que tende a liderar o crescimento do crédito da pessoa física no país”, afirma o diretor do BB.

Para Luiz Eduardo Veloso, diretor executivo do Itaú Unibanco, a redução dos juros contribui para estimular a procura por crédito imobiliário e, consequentemente, para uma recuperação do setor. “A expectativa é de um movimento melhor neste segundo semestre devido à redução de taxas, mas ainda muito discreto”, diz. “Enxergamos uma recuperação mais significativa no segundo semestre de 2018, em linha com as perspectivas de geração de empregos e volta de confiança do brasileiro”, completa.

Crédito Em Queda E Demanda Ainda Fraca

Este é o terceiro ano seguido de queda no volume de crédito concedido para compra e construção de imóveis. O crédito com recursos da poupança para compra e construção de imóveis somou R$ 20,6 bilhões de janeiro a junho, queda de 9,1% em relação ao mesmo período de 2016, segundo a Abecip.

Mantida a previsão atual de queda de 3,5% no ano, os bancos devem conceder R$ 45 bilhões em 2017, o que seria o pior nível desde os R$ 40 bilhões apurados em 2008. Em 2014, último ano de alta, os financiamentos somaram R$ 112,9 bilhões.

Pelo 2º ano consecutivo, os financiamentos com recursos do FGTS têm superado os das linhas com recursos da poupança, totalizando R$ 31 bilhões no 1º semestre, mesmo montante registrado nos primeiros 6 meses do ano passado.

Nas linhas de crédito imobiliário com recursos da poupança, a Caixa fechou o semestre com participação de 43%, fatia superior a registrada no consolidado de 2016 (38%), seguida por Bradesco, Itaú, Santander e Bando do Brasil.

Entre os fatores que também podem contribuir para aumentar o crédito imobiliário nos próximos meses estão a melhora dos indicadores de emprego e de confiança de empresários e consumidores, e também a tendência de reversão do movimento de fuga de recursos da caderneta de poupança, que financiam boa parte das linhas oferecidas pelos bancos.

Em julho, os depósitos superaram os saques na caderneta de poupança em R$ 2,33 bilhões, no terceiro mês seguido em que a modalidade registrou entrada líquida de recursos. No acumulado em 7 meses, entretanto, ainda houve saída líquida de R$ 9,95 bilhões da poupança.

Pelas regras atuais, os bancos são obrigados a destinar 65% do total de recursos dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário.

Momento É Bom Para Comprar Imóveis?

O presidente da Fenaci (Federação Nacional dos Corretores de Imóveis), Joaquim Ribeiro, avalia que a perspectiva de reduções consecutivas da Selic abre espaço para que os bancos façam novas reduções nas taxas do crédito imobiliário. A média dos analistas de mercado espera uma taxa básica de 7,5% ao ano para o fechamento de 2017.

“Em financiamentos de longo prazo, uma queda de 1 ponto percentual já é muito significativa, mas eu acredito que os juros devem cair mais ainda e que os bancos irão acompanhar a Selic”, afirma.

Para o presidente da Abecip, Gilberto de Abreu Filho, a demanda por crédito imobiliário já dá sinais de reação e a tendência é que os juros acompanhem a taxa básica de juros. “A perspectiva de queda da Selic é uma unanimidade no mercado. Então, na medida em que o custo do dinheiro cai, o banco tem a possibilidade de repassar isso para o consumidor”, afirma.

Para o diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, quem tiver um pouco mais paciência e “sangue frio” pode conseguir taxas mais baixas até o final do ano. “Como a tendência é de queda de juros, eu diria espere um pouco, para ter uma noção melhor de mercado e conseguir uma redução que vai influenciar todo o financiamento pelo frente”, diz o analista, lembrando que a taxa contratada é válida para todos os anos de vigência do contrato.

O presidente da Fenaci alerta, entretanto, que com um aumento da procura por imóveis e da atratividade desse tipo de investimento, os preços tendem a voltar a subir.

“Quem tem dinheiro e pode assumir um financiamento, o melhor momento é comprar agora por conta dos preços convidativos e do número ainda alto de ofertas. Quem dita o mercado ainda é a velha lei da oferta e procura”, resume.

O preço médio de venda de imóveis residenciais recuou 0,15% em julho ante junho, na quinta retração mensal consecutiva, acumulando baixa de 0,38% em 2017, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o portal Zap. Somente no ano passado, os preços tiveram queda real (descontada a inflação) de mais de 5%.

Fonte: G1

Zamm Imoveis Campinas – Quais são as melhores cidades para viver no Brasil e no mundo

Itens que garantem qualidade de vida, como transporte público, saúde, educação, cultura e tecnologia, são levados em consideração.
O que uma cidade deve ter para permear os sonhos de quem busca o local ideal para viver? Uma boa infraestrutura é quesito fundamental e prioritário, como um sistema e transporte público que atenda às necessidades da população. Porém, a lista de desejos é bem maior e passa pela questão da segurança, da saúde, da oportunidades de emprego, educação e até mesmo o lazer que ela pode proporcionar. São muitos os critérios e a cidade que parece ser a ideal para morar é a que consegue reunir o máximo deles. Maringá, no Paraná, e Viena, na Áustria, são apontadas como as melhores para se viver no Brasil e no mundo.
Uma cidade se torna atraente quando ela permite desenvolver o potencial da população. “Ela deve ter um modelo de descentralização para que se gaste o menor tempo possível de deslocamento, uma boa infraestrutura de serviços, acesso à cultura para que ela dê sentido à vida das pessoas”, afirma James Wright, professor de Estratégia da USP e coordenador do Profuturo-Fia. Ele acrescenta que as cidades de médio porte têm se tornado bons lugares para morar. “Elas conseguem um equilíbrio entre os elementos que embasam a relação da cidade com a população, que é a tecnologia, educação, cultura e lazer”, diz.
André Gomyde, presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, reforça a tese de que uma cidade boa para se viver, de uma forma geral, é aquela que cuida de seus habitantes. “É o lugar que a prefeitura cuida da cidade como um síndico cuida deum condomínio. O lugar deve oferecer mobilidade urbana e um clima bacana”, explica. Apesar de a tecnologia ter cada vez mais tomado o espaço de aliada nas questões de infraestrutura, saúde e segurança de uma cidade, Gomyde reforça, no entanto, que esse não é o único fator importante. “O aspecto humano é mais importante que o tecnológico. É necessário compreender o lado da tecnologia, mas sem perder o humano”, completa.

No Brasil, Maringá, no Paraná, foi eleita a melhor cidade para se viver. O levantamento da Macroplan levou em consideração as 100 maiores cidades, que representam apenas 1,8% total dos municípios brasileiros, mas que concentram a metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país. “Existem dois pontos importantes. Na lista das top 10 (consultar box), oito municípios estão localizados no interior de São Paulo, confirmando a disparidade. E o outro é que as cidades de médio porte estão com bom desempenho, já que quatro das cinco primeiras colocadas (com exceção de São José dos Campos) têm menos de 500 mil habitantes”, explica Adriana Fontes, economista sênior da Macroplan e coordenadora do estudo.
Para ela, no cenário de crise no Brasil, as cidades que conseguem se destacar são justamente as que conseguem fazer um bom uso dos recursos. “É importante ter transparência e capacidade de fazer escolhas por políticas que influenciam na qualidade de vida da população, além de adotar boas práticas”, complementa.

Já uma pesquisa da Mercer apontou as melhores cidades para se viver no mundo, levando em consideração não a qualidade de vida nacional, mas com padrões internacionais. O estudo conta com mais de 400 cidades e 231 foram rankeadas, sendo quatro brasileiras, tendo como base de comparação Nova York, nos Estados Unidos. Foram analisados 10 categorias de cada lugar. Viena, na Áustria, foi considerada a melhor cidade para se viver, seguida de Zurique,na Suíça, e Auckland, na Nova Zelândia.
“Essas três têm boa pontuação em todas as categorias, mas se destacam em relação ao ambiente político-social e saúde e médica, já que não contam com nenhum surto ou epidemia como foi a dengue e Zika no Brasil em 2016”, analisa Indre Medeiros, líder de Prática de Mobilidade do Brasil da Mercer. “Viena ainda se destaca com pontuação elevada nas acomodações, Zurique nas escolas e condições de transporte e Auckland, no ambiente natural”, completa.

Já em relação ao Brasil, quatro cidades foram rankeadas: Brasília (109 lugar), Rio de Janeiro (118), São Paulo (121) e Manaus (127). “Brasília teve maior pontuação no ambiente natural, por conta da questão climática e por não ter histórico de desastres naturais. Rio de Janeiro e São Paulo são similares, chamando atenção pela disponibilidade de bens de consumo e pela qualidade internacional das escolas. Já Manaus apresenta de menos crítico o ambiente sócio-político, mas ainda assim tem pontuação menor do que Nova York”, diz Indre Medeiros.